Absurdo: Jornalista da Globo expõe assédio de internauta em rede social

Recentemente, a apresentadora do programa “Auto Esporte”, Kalinka Schutel, foi até sua conta oficial no Instagram para realizar um desabafo ao seus fãs e seguidores após receber mensagens de cunho sexual. Na ocasião, a contratada da Rede Globo se mostrou bastante inconformada com o ocorrido, considerando a atitude como algo extremamente desrespeitoso.  

“Impossível te olhar e não sentir tesão por você”, dizia uma das mensagens recebidas pela apresentadora, que logo decidiu responder: “Bom, acho que quer atenção. Ok! Então vamos lá. @gutogoberg a internet não é mais ‘uma terra sem lei’. Existe crime de assédio, importunação etc”, proferiu Kalinka Schutel nos stories de seu perfil oficial no Instagram.

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“Fico triste que você não tenha o mínimo de educação para o bom convívio social (virtual ou real). Esse tipo de atitude atrapalha não só o seu lado pessoal como também profissional. Repense o que você quer de verdade e conversa com um advogado”, proferiu, se mostrando indignada.

Não parando por aí, a jornalista ainda foi além, ressaltando: “Cadê o respeito??? Esse papinho chega em toda caixa de mensagem que abro. Cansa. Imagine alguém mandando isso para sua filha, sua esposa, sua mãe. Agora! Neste momento. Será que é só mimimi??O que acontece com as pessoas nas redes sociais?? Sinceramente está cada vez pior!.

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Finalizando, Kalinka ainda completou: “As pessoas acham que isso é ‘normal’. Ouço que esse é o comportamento nas redes sociais. Se você tem esse pensamento, é melhor parar de me seguir.

58% das brasileiras já sofreram assédio na internet

De acordo com a pesquisa realizada pela Organização humanitária Plan Internatal, oito em cada fez brasileiras já sofreram assédio virtual.

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A investigação realizada faz parte da campanha mundial denominada “Meninas Pela Igualdade”. O estudo em questão foi realizado com 14 mil meninas, com a idade de 15 a 25 anos, ao redor de 22 países, incluindo o Brasil, que contou com o total de 500 participantes.

No país, 90% das meninas que foram entrevistadas afirmaram utilizar as redes sociais com frequência e, 58% delas informam que já foram abusadas ou assediadas de forma online.


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