Aluna usa máscara com frase “Jesus me ama” e é barrada

Apesar de permitir muitas frases nas máscaras dos alunos, uma escola no Mississippi, EUA, proibiu o uso da terceira série de um item com a frase "Jesus me ama" e foi processada pelos pais da criança por discriminação religiosa.

A situação foi relatada pela Alliance Defending Freedom, uma organização cristã americana sem fins lucrativos que tradicionalmente trata de questões judiciais em tópicos como "liberdade religiosa, santidade de vida, casamento e família".

A ação, que é em nome de Lydia Booth, diz que um ato de preconceito religioso ocorreria em 13 de outubro deste ano. O processo indica que os funcionários da escola disseram a Booth que ela teria que remover a máscara por causa da mensagem, devido à política do distrito escolar que proíbe máscaras contendo mensagens políticas ou religiosas.

+  URGENTE: Jornalista é executado com tiros à queima roupa "Logo Ele"

– Os réus permitem que os alunos da SCS (escola onde Lydia estuda) usem máscaras e outras roupas com uma grande variedade de mensagens expressivas durante a escola, incluindo ‘Black Lives Matter’ e máscaras e camisetas promovendo muitos times esportivos – destaca o processo.

O conselheiro jurídico da ADF, Michael Ross, disse que as escolas públicas devem "respeitar a liberdade de expressão da primeira emenda dos alunos" e disse que a unidade de ensino desrespeita as disposições constitucionais.

+  Mulher paga estadia de hotel para mãe que dormia em banheiro de aeroporto com os filhos e história viraliza

– Enquanto os administradores escolares enfrentam desafios para ajudar os alunos a navegar pela vida escolar durante uma pandemia, esses funcionários simplesmente não podem suspender a Primeira Emenda ou escolher arbitrariamente as mensagens que os alunos podem ou não podem expressar – declarou.

Depois do fato, o curador Greg Paes enviou uma carta aos alunos, funcionários e pais explicando que o distrito escolar não discriminava os alunos, mas afirmou que as máscaras de proteção não podiam representar temas religiosos, como o item que Lydia estava usando.

+  Vovô de 90 anos sai do armário e se assume gay após ser incentivado pela própria filha

– As máscaras não podem exibir símbolos, gestos ou declarações políticas, religiosas, sexuais ou inadequadas que possam ser ofensivas, perturbadoras ou consideradas distrativas para o ambiente escolar – completou.


PRÓXIMO ARTIGO →

Deixe um comentário