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Vídeo: Apresentadora sofre AVC ao vivo e assusta espectadores

Ela sofreu um início de AVC enquanto falava da missão Artemis I, da Nasa, ao vivo

Um fato chocante assustou a todos nos Estados Unidos. A apresentadora de um jornal local estava no ar quando começou a se sentir mal e, aparentemente, estranha. Ela sofreu um início de AVC enquanto falava da missão Artemis I, da Nasa, ao vivo.

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Nas imagens que circulam na internet, Julie Chin tenta prosseguir com as informações da notícia, mas esboça dificuldade, pedindo em seguida para a meteorologista do telejornal prosseguir. “Sinto muito, algo está acontecendo comigo esta manhã”, disse a apresentadora. O mal-estar da profissional deixou a equipe de produção e os internautas bastante assustados.

Segundo a publicação da revista Monet, Julie Chin, como é chamada a âncora, passou por exames e agora apresenta melhora, porém permanecerá em observação. Ela falou que sentiu as mãos e braços ficarem adormecidos durante a transmissão. Assim que perceberam que algo estava errado, os profissionais da emissora chamaram a emergência, que chegou rapidamente.

O que é um derrame?

Segundo os profissionais da saúde, Derrame ou AVC acontece após uma alteração do fluxo sanguíneo ao cérebro. O AVC é responsável pela morte de células nervosas da região cerebral que é atingida e pode surgir de uma obstrução de vasos sanguíneos, chamado de acidente vascular isquêmico, ou após um vaso se romper, conhecido por acidente vascular hemorrágico.

No Brasil, 2.231.000 pessoas foram diagnosticadas com AVC e outras 568.000 com incapacidade grave, segundo Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). Nos homens, a doença atinge 1,6%, enquanto nas mulheres 1,4%. Já incapacidade alcança 29,5% dos homens e 21,5% das mulheres.

A doença cresceu com a idade, nos analfabetos, moradores de zonas urbanas sem diferenças de cor da pele auto-declarada. O grau de incapacidade pós-AVC não foi de acordo com as estatísticas diferente segundo sexo, raça, nível de escolaridade ou local de moradia. Os números inéditos da PNS mostram taxas altas de prevalências de AVC principalmente em pessoas mais velhas, com grau de estudo abaixo, moradores de centros urbanos. Porém, o grau de incapacidade pelo AVC não foi determinado pelas características sociodemográficas da população brasileira.

Tem cura?

Caso a pessoa sobreviva e tenha permanecido com algumas sequelas, o tempo para se recuperar varia de acordo com o caso depende de diferentes fatores.

Entre os motivos, estão: a extensão do AVC, a idade da vítima, condições totais de saúde, realização de fisioterapia e fonoaudiologia, cuidados de enfermagem a apoio psicológico e da família após ao acidente vascular cerebral.