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Artista simula como estaria Isabella Nardoni, 14 anos após a m0rte

Quatorze longos anos depois da m0rte da menina Isabella Nardoni, em um terrível h0micídio que chocou muito o Brasil.

Quatorze longos anos depois da morte da menina Isabella Nardoni, em um terrível homicídio que chocou muito o Brasil, o artista Hidreley Diao fez uma maravilhosa simulação de como a vítima realmente estaria em 2022, com 19 anos. Com um maravilhoso desenho e a inteligência artificial, ele se baseou em uma das fotos antiga da menina e de outras quatro crianças que também foram m0rtas em crimes bárbaros para protestar contra a violência infantil no Brasil.

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“Como estariam essas 5 crianças hoje em dia as suas vidas não tivessem sido ceifadas tão cedo? (…) Segundo a Unicef todos os dias, 32 crianças e adolescentes são assassinados no Brasil, uma triste realidade que tem que ser parada imediatamente. Muitos aqui talvez nem se lembrem mais desses crimes…as pessoas esquecem…criminosos cumprem as penas e estão livres para viverem socialmente”, escreveu o artista em uma publicação nas redes sociais.

O caso Isabella Nardoni refere-se à morte da menina brasileira Isabella de Oliveira Nardoni (que era nascida em 18 de abril de 2002), de apenas cinco anos de idade, que foi jogada do sexto andar do Edifício London, situado à Rua Santa Leocádia, nº 138, no distrito da Vila Guilherme, em São Paulo, na noite de 29 de março de 2008.

O caso gerou uma grande repercussão no Brasil, e Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, que eram o pai e madrasta da criança, foram condenados pelo júri por homicídio doloso qualificado. Com a lei de agravante de parentesco com a vítima, Alexandre cumprirá uma grande pena de 31 anos, 1 mês e 10 dias. Já no caso da madrasta, Anna Carolina cumprirá uma pena de 26 anos e 8 meses de reclusão devido à terrível prática de crime hediondo. A decisão da condenação foi proferida pelo Juiz Maurício Fossen, no Fórum de Santana em São Paulo.

As outras cinco crianças que também foram homenageadas, foram mortas de forma bastante violenta em crimes de repercussão nacional:

Arista também mostrou rostos de crianças que foram assassinadas

Créditos da foto: Instagram/ @hidreley

Bernardo Boldrini, de 11 anos, foi morto pelo próprio pai e a madrasta que enterrado o corpo do garoto coberto por soda cáustica; João Hélio Fernandes Vieite, 6 anos, que foi morto durante um assalto a carro no Rio de Janeiro. O garoto ficou preso pelo cinto de segurança e foi simplesmente arrastado pelos bandidos; Ives Yoshiaki Ota, 8 anos. Ele foi sequestrado e também [email protected] pelos bandidos de forma cruel, depois que o garoto reconheceu o segurança do seu pai entre um dos sequestradores.  Ana Lídia Braga, 7 anos. Foi sequestrada, vi0lentamente £stuprada e também m0rta em crime que, infelizmente, ainda não foi resolvido, mais de 48 anos depois do episódio brutal.