Auxílio Emergencial: Governo anuncia medida que poderá prejudicar beneficiários


Para milhões de brasileiros que vem sofrendo com as dificuldades da pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, afastados de seu trabalho, a criação do Auxílio Emergencial se mostrou uma “grande válvula” para a economia nacional. O benefício, no entanto, está com o pagamento previsto até o mês de dezembro, acabando por ser cortado para mais de 400 mil brasileiros beneficiários do Bolsa Família.


De acordo com as informações emitidas pelo site Metrópoles e com base nos dados concedidos pelo Ministério da Cidadania e da Caixa Econômica Federal, o total de 16,3 milhões de cidadãos que se beneficiam com o programa foram aprovados durante setembro para conseguir receber as parcelas adicionais de R$ 300 do Auxílio Emegencial

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Quando o Governo foi à público para informar que realizaria a extensão, já havia sido promovido o corte de 2,9 milhões de beneficiários, devido as novas regras que o Auxílio Emergencial havia imposto. Contabilizando os trabalhadores que não recebem o Bolsa Família, o número salta para o total de 5,9 milhões de brasileiros.

Comunicado do Ministério da Cidadania

Durante esta quarta-feira (18), o Ministério da Cidadania decidiu realizar um comunicado aonde informava que o total de 15,9 milhões de beneficiários do programa “Bolsa Família” iriam receber a terceira parcela da extensão, iniciando o pagamento durante esta semana. O índice em questão expõe uma baixa de 2,5%. Assim, 400 mil cidadãos, que se beneficiavam da quantia, acabaram sendo cortado do programada durante os últimos 45 dias. Tal quantativo, de acordo com as informações, pode ser ainda maior, visto que os números expressos não computalizou os profissionais autônomos, MEI’s, trabalhadores informais e desempregados que não estão integrando o Bolsa Família.

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Reavaliação

Após ser procurado pelo site Metrópoles, o Ministério da Cidadania, através do responsável pelo órgão, Onyx Lorenzoni, informou que o Governo Federal “trabalha com a lógica de que ninguém ficará para trás nas ações de proteção social, principalmente, os mais vulneráveis”.

O ministro Paulo Guedes, por sua vez, informou que, caso o país vivencie uma “segunda onda” da doença, o Auxílio Emergencial poderá ser extendido para 2021.

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