Bombeiros orientam que guarda-vidas evitem respiração boca a boca

Mortes por afogamento são a segunda maior causa dos óbitos registrados de acordo com dados divulgados pela SOBRASA (Sociedade Brasileira de Salvamentos Aquáticos). Os dados são preocupantes e alarmantes pelo fato que só fazem subir a cada ano que passa. De acordo com a SOBRASA, 16 brasileiros morrem afogados por dia em nosso país.

Os dados mostram que homens entre 13 e 18 anos são as maiores vítimas destes tipos de óbito sendo que 47% dos casos totais de mortes por afogamento ocorrem com pessoas com idades até 29 anos de ambos os sexos. 

Das mais de 5000 mortes registras por ano, cerca de 2000 ocorrem só no verão, e destas 1400 são registradas em prais brasileiras, os turistas em média representam cerca de 16% das vítimas fatais dos casos de afogameto. Estes dados podem ser baixados da cartilha em PDF da SOBRASA no site da sociedade.

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Bombeiros orientam que guarda-vidas evitem respiração boca a boca

A decisão tomada pelas corporações do Bombeiros do RS e de SC foi de orientar os guarda-vidas para evitarem o procedimento conhecido como respiração boca a boca. O procedimento pode ser fundamental para o salvamento no caso de uma parada cardiorrespiratória na falta de equipamentos que possam substituir o procedimento.

A decisão por dar tal orientação tem como finalidade preservar a vida dos guarda-vidas que estão atuando em resgate aquático no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Os litorais destas praias são muito procurados por turistas do Brasil e da Argentina.

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Mas de acordo com a corporação do RS, o procedimento já vinha sendo pouco utilizado devido os equipamentos modernos que a corporação tem ao sua disposição, como o caso de desfibriladores. A orientação para evitar o boca a boca tem como finalidade proteger os guarda-vidas da COVID-19

A orientação é evitar o contato boca-nariz com a vítima, tentar fazer o salvamento usando todos os meios disponíveis, como pranchão, moto aquática e embarcação. Tudo até chegar ao contato direto corpo a corpo, com o uso do flutuador e a abordagem propriamente dita — afirma o o Comandante do 9° Batalhão de Bombeiros Militar, tenente-coronel Claudio Morais.

A corporação dos Bombeiros Militares do Rio Grande do Sul informaram que estão atuando em duplas nos pontos de observações e com uma patrulha circulando pela orla para garantir a agilidade do salvamento. Quanto ao procedimento se tiver de ser adotado deve ser com o risco calculado pelo profissional que está efetuando o salvamento.

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Mas de qualquer forma tome muito cuidado nas praias, rios, lagos, piscina. etc….

Em especial fique atento às crianças pequenas, óbitos por afogamento acidental é a segunda maior causa entre crianças de 1 a 4 anos.


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