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Casal adota criança e recebe triste mensagem da mãe biológica

Rachel relatou na mensagem todos os momentos de tristeza, revelando que sofreu uma grave depressão desde quando descobriu que estava grávida

Essa é mais uma daquelas matérias que, ao ler, é difícil conter a emoção. Vamos contar a seguir a história de uma jovem mãe chamada Rachel. A mulher teve que tomar uma das decisões mais difíceis de sua vida: colocar seu próprio filho para a adoção.

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Por não ter condições de criar o bebê sozinha, pois o pai os abandonou, a jovem teve a ajuda de um casal que, prontamente, se disponibilizou a ajudar, cuidar da criança e dar todo o amor e carinho que ela precisa. O casal deu o nome de Jeremy ao filho adotivo. A mãe biológica fez uma triste despedida após os novos pais levarem o bebê.

Rachel relatou na mensagem todos os momentos de tristeza, revelando que sofreu uma grave depressão desde quando descobriu que estava grávida. Foi a partir disso, ao saber que não poderia dar uma vida boa ao filho, que buscou refúgio na bebida e virou alcoólatra.

A moça também falou sobre uma perda importante que sofreu em sua vida. “depois que comecei a falar com uma agência de adoção sobre o meu filho, eu perdi minha melhor amiga. Ela faleceu de câncer”. relatou a mulher.

Além disso, ela conta que viveu momentos difíceis ao lado do ex-marido, pai de Jeremy. “Não se importava nem comigo, nem com o filho“. Ao fim, ela fez uma pequena declaração de amor ao pequeno. “Eu quero que ele saiba que eu o amo mais do que a minha própria vida. Eu poderia dar a minha vida por ele. Então, por agora, é um adeus, meu filho”.

Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, 3.751 crianças e adolescentes estão esperando por adoção no Brasil, enquanto 33.046 estão na fila em busca de um. Segundo o o juiz da 4ª Vara da Infância e Juventude da cidade do Rio de Janeiro, Sérgio Ribeiro de Souza, a fila de espera não acaba por conta do perfil.

“Os pretendentes trazem aquela criança idealizada, é normal, natural. Mas cada vez mais o movimento é mostrar a criança real. A partir de oito anos de idade, já começa a ficar mais difícil da criança ser adotada. Quanto mais a idade avança, mais fica difícil. Também grupos de irmãos, crianças com problemas de saúde. São o que a gente chama de adoções necessárias”, disse à CNN.