Caso Henry: Justiça determina prisão preventiva de Jairo e Monique; casal estava para ser solto hoje


O caso do pequeno menino Henry Borel, assassinato friamente por sua mãe e seu padrasto, acaba de sofrer uma reviravolta e agitou os internautas. A juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da Capital, decretou a prisão preventiva de Jairo Souza e de Monique Medeiros. O casal que já estava detido estava para ser liberado esta semana.


Os irão responder pela morte do menino de 4 anos, que chocou todo o Brasil. Vale lembrar que o caso por várias reviravoltas ao longo da investigação que culminou na prisão da professora e do vereador.

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A investigação ainda foi finalizada no entanto a semanas, o delegado que comanda o caso já havia informado que há provas mais que suficientes para prender o casal e finalizar as diligências. Com o mandato de prisão preventiva, o nome do casal viralizou mais uma vez na web e agitou a população brasileira que acompanha o caso.

A juíza chegou a destacar em sua decisão. “Para além da revolta generalizada que os apontados agentes atraíram contra si antes mesmo de serem denunciados pelo órgão com atribuição para tal, releva assinalar que o modus operandi das condutas incriminadas reforça o risco a que estará exposta a ordem pública, bem como a paz social, se soltos estiverem os ora acusados. As circunstâncias do fato, pois, estão a reclamar a pronta resposta do Estado com a adoção da medida extrema provisória, até como forma de aplacar a nefasta sensação de impunidade”.

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Segundo Elizabeth Machado Louro ela considerou até o fato de que os pais do menino, ameaçaram algumas testemunhas a fim de ocultar os verdadeiros acontecimentos. De acordo com relatos a juíza recordou ainda que o casal foi preso em uma casa que não era a deles, o que pode ser apontado como tentativa de fuga.

Vale destacar que na última semana, um acidente em um laboratório fez com que alguns teste de Henry fosse atrasados.

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“As circunstâncias que norteiam a apuração do fato estão a recomendar a adoção da medida extrema de cautela – não se afigurando suficiente e adequada, pelas razões até aqui expostas, a adoção de qualquer das medidas substitutivas, mais brandas”, ressaltou Elizabeth.


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