Crueldade: assassinas de Rhuan assaram parte da coxa do garoto e deram à irmã de criação

Assombroso e brutal como nenhuma outra atrocidade cometida contra crianças na história do Brasil, o caso do garoto Rhuan Maycon da Silva Castro, o menino foi degolado vivo e esquartejado, com 9 anos de idade teve o último capítulo escrito na quarta-feira dia 25, no Tribunal do Júri de Samambaia. A mãe de Rhuan e sua companheira autoras do crime, foram condenadas a penas que juntas passam dos 130 anos de prisão.

A coluna do Metrópoles teve acesso as gravações, anotações e fotos inéditas que revelaram toda crueldade da dupla e o sofrimento aplicado a Rhuan Maycon da Silva Castro.

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Os detalhes são tensos do que aconteceu na noite do dia 31 do mês de maio, no interior da casa da mãe do garoto  Rosana Auri da Silva Cândido em Samambaia Norte, ainda eram mantidos em segredo até que o processo criminal fosse julgado.As autoridades que trabalharam no caso e peritos do IML nunca encontraram as partes retiradas do menino. Ainda mais de uma de suas coxas. A suspeita é que lascas do tecido foram assadas e servidas como bife, ao decorrer do jantar para a filha Kacyla, uma garota de 8 anos naquele período.

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O rumor ganhou força assim que a menina ainda de pijama, foi levada para as dependências da 26ª Delegacia de Polícia  da cidade, unidade que ficou a par de resolver o crime, até que o Conselho Tutelar ou algum familiar próximo fosse encontrado. Horas tinham corrido desde que a garota estava sob a proteção da PCDF porém ela apresentava fortes enjoos e se negava a comer qualquer coisa.

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Os oficiais questionaram o que a garota tinha ingerido e que pudesse gerar o mau estar. Em respostas, eles escutaram que havia sido torrada com ketchup.“Não havia torradas nem ketchup na casa nem na geladeira, e muito menos no lixo. Nunca encontramos qualquer embalagem desses produtos”, falou a coluna do Metrópoles um investigador procurou vestígios por toda a casa.

 


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