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Emocionante! As últimas palavras da garota que passou 3 dias presa na lama e não pôde ser resgatada

Esse é o forte relato da garota Omayra Sánchez, que tinha de apenas 13 anos.

Historia muito emocionante! Esse é o forte relato da garota Omayra Sánchez, que tinha de apenas 13 anos ela foi mais uma vítima de uma [email protected]édia que deixou mais de 23 mil m0rtos na Colômbia. Nos dias atuais, essa tragédia e, a vida e m0rte de Omayra Sánchez continuam como uma grande memoria para o povo colombiano.

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No ano de 1985, o país Sul-Americano passou um momento muito apavorante, se não foi o pior da sua história. Nevado del Ruiz entrou em erupção e destruiu a cidade de Armero, rapidamente, em apenas 10 minutos. A garota Omaya também residia naquela cidade com os seus pais e uma tia. O Vulcão estava próximo de entrar em erupção e destruir a cidade, quando ela e o pai levaram sua mãe para o aeroporto mais próximo, logo depois voltaram para casa.

Logo na madrugada eles e toda a cidade foram pegos totalmente de surpresa quando muita lama e dejetos invadiram todo o imóvel e a cidade. A tia e o pai de Omaya falec£ram rapidamente no local, mas a garota conseguiu de forma muito rápida passar pela lama e acabou achando uma saída de ar para respirar.

Contudo, algum tempo depois ela acabou sendo achada pelos bombeiros da cidade, que não conseguiram resgatar Omaya, pois as suas pernas estavam sendo totalmente [email protected] pelo concreto e existia o risco de amputaçã0, porém isso foi descartado.

Foram muito cansativos os três dias de resgate, entretanto, ela acabou não resistindo aos ferimentos e falou suas últimas palavras, que também foram de cortar o coração, já sem nenhuma força para lutar, Omaya sussurrou “AdIós” para os soc0rristas. Essa grande tragédia é sempre relembrada em todo o mundo, principalmente no país em que tudo isso aconteceu, Omaya será eternamente lembrada por todos que viveram aquela terrível tragédia e pela Colômbia.

Vale lembrar também que O vulcão Nevado del Ruiz ainda continua ativo, segundo as informações do centro de monitoramento vulcânico da Colômbia. O derretimento de somente cerca de 10 por cento do gelo produziria grandes fluxos de lama com um volume de cerca de 200 milhões de metros cúbicos, semelhante ao fluxo de lama que causou a destruição Armero em 1985. Esses detritos podem viajar cerca de 100 km ao longo de todos o vales dos rios em poucas horas. Sendo assim, estimativas mostraram recentemente que até 500 mil pessoas que atualmente vivem nos vales Combeima, Chinchiná, Coello-Toche e Guali estão em risco e que cerca de 100 mil delas estão nos locais que são considerados de alto risco. A cidade de Armero já não existe mais. O local da antiga cidade foi deixado como um memorial com cruzes cristãs e também um pequeno monumento a Sánchez.