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Filha de homem preso com 9 mil vídeos de pornografia infantil contou à mãe que irmã foi abusada pelo pai

A polícia civil já começou a analisar 9.000 filmes de pornografia infantil encontrados com um homem de 45 anos suspeito de estuprar sua filha de 13 anos em Rio Verde, sudoeste de Goiás. O material foi armazenado em pen drives, cartões de memória e um telefone celular mantido na casa do paciente.

A corporação informou que até este domingo (18) o suspeito ainda não havia apresentado advogado. Mas ele afirmou extra-oficialmente que não sabia quem mantinha o conteúdo pornográfico na mídia e negou ser o proprietário dos arquivos. Ele não fez comentários sobre o estupro de sua filha.

De acordo com o deputado regional de Rio Verde, Carlos Roberto Batista, o objetivo da análise é verificar se ele agiu junto com outras pessoas e cometeu outros estupros. “Estamos analisando o material para ver como ele teria recebido o material se tivesse se envolvido com outras pessoas e se tivesse outras vítimas próximas a ele como qualquer outra criança que ele tem”, disse G1. Este trabalho é uma parte preliminar da investigação. A partir daí, segundo o delegado, novos procedimentos podem ser necessários, como o envio de alguns meios de comunicação a um perito do Instituto Médico Legal de Goiânia, a cerca de 200 quilômetros de Rio Verde. “A polícia civil é responsável pela investigação e pede as providências que julga necessárias”, frisa.

Molestamento de filha O homem foi preso na noite de quinta-feira (15). Segundo a polícia, os cartões de memória e pen drives contêm conteúdos que envolvem crianças de 3 a 12 anos. Segundo o delegado, em uma das fotos ele estupra a própria filha. A polícia revelou que 11 portadores de dados foram armazenados em uma sala trancada que apenas um homem teria acesso, apesar de negar o crime. A investigação foi dividida em duas partes: o Departamento de Polícia da Mulher (Deam) investigará a mídia pornográfica. A Polícia de Proteção Infantil e Juvenil (DPCA) vai investigar o suposto estupro de uma menina.

A irmã relatou o caso para a mãe A polícia descobriu que a filha de 16 anos do suspeito disse à mãe, há alguns meses, que sua irmã mais nova havia sido estuprada pelo pai. De acordo com a corporação, a mulher alegou que estava tentando encontrar evidências da condenação do marido. “A mãe pediu ao mais velho que tentasse filmar para ter a prova. A filha conseguiu, mas o pai soube da gravação e quebrou o celular, destruindo as provas ”, disse o delegado Caio Martines, que havia feito a prisão. Além disso, de acordo com o investigador, embora o homem tenha destruído este vídeo, houve mais um em que ele apareceu abusando da mesma filha que tinha 13 anos na época. Atualmente, a menina tem 14 anos. O filme foi salvo nos arquivos de pornografia infantil. “Havia um vídeo de, entre outras coisas, estuprar sua própria filha. Ele disse que não sabia das fotos e está abrindo mão da responsabilidade, disse o delegado.

Segundo o delegado, a conduta da mãe ainda está sob investigação durante a investigação. Os agentes querem saber se ela não protegeu a filha, apesar de saber sobre o abuso sexual, ou se ela realmente fez o que podia na situação.