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Funcionária do Carrefour diz não ter impedido as agressões por estar com saúde debilitada

Recentemente a rede de supermercados Carrefour acabou se envolvendo em uma nova polêmica. Após um homem ser espancado até a morte por dois seguranças do supermercado em Porto Alegre, o caso vem repercutindo de forma negativa para o mercado e os funcionários.

Adriana Alves Dutra,  agente de fiscalização da unidade em questão, recebeu uma prisão temporária, como possível mandante das agressões ou então como participante. Adriana aparece nas imagens de camisa branca, onde está filmando as agressões, sem intervir, uma vez que a mesma é responsável e tem ‘poder’ sobre os dois seguranças, foi considerada como cúmplice por não ter impedido.

Após toda a repercussão do crime, ocorrido no dia 19 de novembro, Adriana alegou à polícia que não interviu nas agressões apenas porque estava com sua saúde debilitada, devido à uma cirurgia feita recentemente. Apesar disso, a delegada alega que não era necessário força física para a intervenção, isso porque a autoridade era de Adriana e ela tinha o poder de cessar as agressões.

Segundo informações da polícia, ela saiu de casa, pois vinha recebendo ameaças. Sua prisão temporária vale por até 30 dias. Adriana chegou a dizer em seu depoimento que pediu aos seguranças para que parassem de bater em João Alberto, porém todas as imagens que circularam até o momento mostraram o contrário do que foi dito por ela.

Giovane Gaspar da Silva e Magno Braz Borges, os dois seguranças em questão, permanecem presos desde o dia em que ocorreu o crime.

Na ocasião, uma ambulância chegou a ser acionada para João Alberto, mas o mesmo já se encontrava morto no local. Adriana conta que foi chamada no rádio, onde disseram que um cliente havia agredido um funcionário.

Até o momento, não foi achado quaisquer imagens que mostrem João Alberto agredindo os funcionários para que seja colocado nas investigações do caso.