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Goleiro Bruno é condenado a indenizar filho com Eliza Samudio em R$ 650 mil

Em maio o ex-goleiro do Flamengo voltou a ser preso por não pagar pensão alimentícia para o seu filho que ainda é menor de idade

O goleiro carioca Bruno Fernandes Souza de 37 anos, que foi condenado pelo assassinato de Eliza Silva Samudio de 25 anos na época, hoje ele que vive em regime semiaberto desde 2019 e terá que a indenizar seu filho com a ex-companheira em R$ 650 mil a pedido da Justiça do Mato Grosso do Sul.

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No julgamento, que o portal Terra teve acesso foi explicado que esse valor é dividido em duas partes, cerca de R$ 150 mil são referentes a danos materiais e os R$ 500 mil são por danos morais. Até o pagamento ser efetivado, o valor seguirá sendo corrigido com juros de 1% ao mês e como o filho do goleiro Bruno é menor de idade, então quem o representou na causa foi sua avó materna Sonia Moura, com quem vive. Na época ele era o jogador titular do time Flamengo e não reconhecia a paternidade.

A decisão foi registrada nesta quinta-feira (27), na 6ª Vara Cível, assinada pelo Juiz Dani Luis Dalla Riva.
Segundo com o histórico que o portal Terra teve acesso, o processo teve início em outubro de 2014.

Lembrando que no dia 27 de maio deste ano, ex-goleiro Bruno teve a prisão decretada por falta de pagamento de pensão alimentícia ao filho Bruninho e o mandado foi expedido pelo juiz da 6ª Vara de Família e Sucessões de Mato Grosso do Sul, Alexandre Tsuyoshi Ito.

Bruno fora da prisão

Em 2013, o ex-goleiro do Flamengo, foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão por assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudi, sua ex-companheira no ano de 2010.A sentença também envolveu a acusação de sequestro e cárcere privado do filho do casal pelo Bruno sendo que a ex-mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues, foi absolvida da acusação de sequestro e cárcere privado do bebê.

No ano de 2017, a pena do jogador foi reduzida em 18 meses pela Justiça, até que em julho de 2019, Bruno conseguiu passar para o regime semiaberto, com progressão de pena. Após todos os ocorridos, o goleiro seguiu buscando se recolocar no futebol profissional.

Nesse ano completou 12 anos de morte da Eliza, vale ressaltar que o corpo da vítima nunca foi encontrado, porém ela teria sido levada para o sítio do goleiro Bruno, em Esmeraldas, na Grande BH. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a decisão da qual não cabia recurso nenhum, informava que a causa da morte foi declarada por asfixia.