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Guilherme de Pádua, [email protected] de Daniella Perez, sofre castigo brutal e vive reviravolta 28 anos após crime

O assassinato de Daniella foi um crime que chocou o Brasil, inclusive repercutiu internacionalmente, haja vista que além de ter sido uma morte prematura, 22 anos idade da atriz, que estava no auge de sua carreira, não havia motivo aparente para que seu colega de profissão a executasse

O assassinato da atriz Daniella Perez aconteceu no dia 28 de dezembro de 1992. Ela era a protagonista da novela “Corpo e Alma”, exibida pela Rede Globo, foi brutalmente assassinada por seu colega de trabalho e então par romântico na ficção, Guilherme de Pádua. Ele teve a ajuda de sua esposa na época, Paula Thomaz, na execução do crime.

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Até hoje esse caso revolta muita gente e mesmo depois  de todos esses anos, a família da atriz vive uma angústia e uma sensação de impunidade eterna. Eles ainda são obrigados a ver os mandantes do crime serem aceitos novamente no mundo artístico mesmo depois de tudo. O ator condenado pela morte de Daniela Perez se tornou pastor evangélico e se converteu a religião no ano de 2002, logo após sair da cadeia. O ex-ator hoje é formado em teologia ao lado de sua atual esposa, Juliana Lacerda.

Segundo o mesmo, afirma que dedica a vida para honrar o nome de DEUS e diz arrependido pelas suas ações do passado que causaram tanta dor para outras pessoas. Guilherme falou que apesar de estar livre ainda se sente preso, pois as pessoas ainda o atacam na rua quando o reconhecem, pois afirma que é uma pessoa inofensiva e que muitos por saberem disso o agridem.

O crime

Após as gravações da novela, por volta das 21h, Daniella e Guilherme saíram juntos dos estúdios, sendo abordados por fãs que lhes pediram foto. Em seguida, cada um foi em caminhos diferentes, Guilherme saiu na frente em seu carro, acompanhado de sua esposa Paula, e atrás vinha Daniella no seu carro.

Durante o trajeto, repentinamente, Guilherme para no acostamento da via e espera avistar o carro de Daniella Perez, após alguns minutos de espera, ele percebeu que ela estava parando em um posto de gasolina para abastecer. Nesse momento, ele a trancou com seu carro impossibilitando a atriz de sair com seu veículo, sendo essa a razão pela qual ambos desceram de seus automóveis.

Logo que reconheceu que ele era Guilherme, Daniella foi ao seu encontro para saber o que estava acontecendo. Com isso, o ator se aproximou e deu um soco no rosto da atriz, que teve um desmaio instantâneo, ele a deitou no banco de trás de seu carro e sua esposa, Paula, conduziu o veículo em um matagal localizado na rua Cândido Portinari na Barra da Tijuca (RJ). Sendo esse o rumo do local combinado que ele a seguiu, dirigindo o carro de Daniella Perez.

O casal levou Daniella ainda desmaiada, para dentro do matagal e ocasionaram na jovem perfurações no pescoço (quatro), no peito (oito), pulmões (seis), além de perfurações em outros locais não vitais. Em um primeiro momento, acreditava-se que a arma do crime teria sido uma tesoura, porém de acordo com a autópsia constatou que o instrumento utilizado seria um objeto semelhante a um punhal.

Após passar no posto e ter pedido que o automóvel fosse limpo, seguiram para casa. Como Paula estava grávida de 4 meses, foi descansar e o Guilherme decidiu fazer uma caminhada por Copacabana, onde acredita-se que ele tenha jogado a arma do crime no mar.

O motivo do crime nunca foi descoberto ao certo, o ator afirmou que matou Daniella porque ela o assediava, mas essa versão foi desmentida por colegas que acompanhavam a rotina dos dois. Surgiu teses do ciúme doentio que Paula tinha de Daniella com Guilherme, dado as cenas de amor que protagonizavam na novela, bem como de que o casal estava envolvido com magia negra.

A tese que foi desenvolvida no julgamento é que Guilherme estava irritado com o fato de seu personagem ter sido cortado de dois capítulos da novela e acreditava que Daniella teria influenciado nessa decisão de sua mãe, Glória Perez (escritora da novela).