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Homem m0rre durante relação s£xual com a filha em motel de Manaus

Pai e filha mantinham aproximadamente 20 anos de relacionamento; ela já teria tido um filho dele

Um homem identificado como Amazonino da Costa Pinto, de 64 anos de idade, morreu durante uma relação sexual com sua própria filha, de 47 anos, identificada como Andréia Mendonça Pinto. O fato ocorreu numa noite de sexta-feira, em 17 de Janeiro de 2020. O local onde tudo aconteceu foi em um motel localizado na rua Sátiro Dias, no bairro São Francisco, na zona Sul de Manaus.

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Segundo relataram os familiares, que preferem não serem identificados, Andréia teria um relacionamento com o pai há aproximadamente 20 anos e que a ela já teria tido um filho dele.

Os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estiveram no local, onde constataram o óbito. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), onde posteriormente seria liberado aos familiares. A causa da morte não foi esclarecido, entretanto, há possibilidade de ter sido infarto.

A punição em caso de incesto tem uma pena de dois a seis anos de prisão, para quem manter relação sexual ou amorosa com pai ou mãe, filho ou filha, irmão ou irmã e ainda avô ou avó, seja parente do mesmo sangue ou adotado.
A medida está prevista no Projeto de Lei 603/21, de autoria do relator.

No Brasil, o incesto não é considerado crime, a menos que envolva menores de 14 anos, quando passa a ser enquadrado como estupro de vulnerável. O Código Civil proíbe apenas uniões civis entre familiares próximos por sangue ou afinidade.

Realmente existe a possibilidade de ter infarto durante o ato sexual?

De acordo com o estudo apresentado no encontro anual da Associação Americana do Coração, realizado em Anaheim, na Califórnia (EUA), apenas 0,7% dos casos de parada cardíaca súbita. Para que esteja diretamente associado à relação sexual, o ato precisa acontecer durante ou até uma hora após o sexo.

Dos 34 infartos ocasionados por relações sexuais, 32 aconteceram em pessoas do sexo masculino. Então, isso quer dizer que entre todos os homens que sofreram uma parada cardíaca, 1% teve a relação sexual como gatilho, enquanto as mulheres, essa associação foi identificada em apenas 0,1% dos episódios.

Como fica a vida s£xual após a ocorrência de um ataque cardíaco?

O urologista do hospital Sírio-Libanês, doutor Celso Gromatzky relatou “Existe um medo muito grande, que vem tanto da pessoa infartada quanto de seu cônjuge: o de ficar para sempre sem a atividade sexual depois do infarto.” Segundo, Gromatzky o sexo está liberado para a maioria dos pacientes em até seis meses após o ocorrido.

Ele continua explicando que cada caso é um caso. “É importante ressaltar que apenas o médico poderá dizer se o indivíduo está hábil ou não para praticar atividade sexual e outros tipos de exercícios físicos. A avaliação física e o conhecimento sobre o que o paciente fazia antes do ocorrido, se fazia muito esporte ou se era sedentário, por exemplo, são alguns dos fatores a serem considerados”, finaliza o especialista.