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Luto: Enfermeiro grava vídeo antes de perder a vida para a Covid-19. ‘Não é adeus…Volto em dias’

A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, infelizmente, vem sendo um dos principais assuntos dos meios televisivos nos últimos dias, com a esperança dos brasileiros, agora, sendo uma possível vacina que colocará um ponto final em toda a trama que estamos vivendo. Para a nossa felicidade, o número de mortes mostrados nos jornais está diminuindo, mesmo que de forma gradativa. No início do ano de 2020, muitos mostravam que a grande preocupação era com a população mais idosa, visto que se mostravam mais vulneráveis ao vírus. Com isso, foi criando a ideia de que jovens, raramente, morreriam pelos complicações do vírus caso fossem infectados.

Tal fato, entretanto, acabou vindo por água a baixo conforme o tempo foi passando, e um grande número de jovens infectados pelo novo coronavírus, infelizmente, acabaram tendo suas vidas ceifadas. Esse foi o caso de um jovem enfermeiro, que, antes de falecer em decorrência da doença, decidiu gravar um vídeo. O rapaz, de apenas 28 anos de idade, chama-se Sergio Humberto Padilla Hernández.

Durante a gravação, Sergio comenta sobre seu estado de saúde: “Pois bem, chegou a hora da verdade. Vou fazer a intubação endotraquial, quero que aconteça o que acontecer, seja qual for o prognóstico que Deus tem reservado para mim, eles sempre se lembrem de mim por quem fui e por quem sou”


Continuando com sua mensagem, o enfermeiro desabafou: “Vou voltar. Não é um adeus. Tenho certeza que voltarei em alguns dias, é só me recuperar e seguiremos em frente. Voltarei a ver-vos, amigos, amo-vos e sei que estais a dobrar os joelhos por mim, pela minha saúde e pelo meu bem-estar e, aconteça o que acontecer, estais sempre a zelar pelos meus interesses. Amo-os e estão no meu coração” . Infelizmente, o profissional de saúde acabou falecendo devido as complicações do novo coronavírus.

A pandemia, até o momento desta publicação, já contabilizou o total de 54 milhões de infectados ao redor do planeta, sendo que, 1,3 milhões dos casos, acabaram sendo fatais.