Monique revela em nova carta, vida íntima com Jairo e expõe político: ‘Achava que era assexuado’

Durante a noite de domingo, novas informações sobre o caso Henry Borel foram expostas para todo o Brasil no Fantástico. O programa chegou a mostrar mais detalhes do manuscrito feito por Monique Medeiros, mãe do menino de 4 anos que foi brutalmente morto por seu padrasto e a professora. 

Monique e Jairo estão presos desde o dia 08 de abril, acusados de matar Heny e atrapalhar as investigações. Sem contato com o mundo externo, a professora segue mandando cartas, para que seus defensores compartilhem com todos.

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Com novos advogados, a professora fez grandes revelações e graves acusações contra o vereador Jairo, segundo a professora sua relação com o parlamentar não era boa e sempre esteve envolvida por violência e agressão. Conforme foi revelado mais cedo, Monique chegou  a destacar que  político era uma pessoa doente.

Agora mais detalhes da relação conturbada entre os dois foi exposta, Monique Medeiros que agora alega que não tem mais medo de Jairo, passou a atacar seu namorado e o acusar pela morte e por tudo o que aconteceu depois. Jairo foi chamado de conspirador por sua namorada e de acordo com a acusada sua relação era uma farsa.

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Monique pediu perdão a seus pais por não ter contado nada antes, mas segundo ela Jairo era viciado em sexo mas de um jeito diferente, e no começo da relação Jairo revelou que tinha uma vida íntima meio parada. “Nem gostava muito de transar, que achava que era assexuado, só tinha prazer em trabalhar e ganhar dinheiro”, revelou Monique Medeiros.

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Porém com a professora o vereador virou outra pessoa, e se mostrou um viciado em relações íntimas, de acordo com o desabafo de Monique, Jairo tinha prazer em enforcá-la durante o ato. De acordo com a acusada, o vereador também a obrigava a dizer que ela era o único homem de toda sua vida.


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