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Morte de Maria Clara: Antes de padrasto confessar, mãe de vítima diz que desconfiava

Maria Clara, de apenas 5 anos, foi encontrada morta em um arbusto, em uma caixa, próximo à casa onde morava com sua mãe e seu padrasto, em Hortolândia (SP). Durante a busca de 24 horas pela menor, várias pessoas perceberam a atitude suspeita de Cássio, 27, a mãe passou a desconfiar do padrasto.

A pequena Maria Clara, de cinco anos, foi encontrada morta em um terreno baldio em uma caixa perto de sua casa em Hortolândia.

A menina morava com a mãe e o padrasto e desapareceu na última quinta-feira e as buscas continuaram até sexta-feira, foram mais de 24 horas de buscas e todos suspeitaram de Cássio de 27 anos que era padrasto da criança.

Várias pessoas suspeitaram do padrasto, inclusive a mãe de Clarinha, ela contou a história que já havia suspeitado do companheiro, Cássio confessou à polícia que havia matado a menina e abusado dela.

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Mas até a descoberta do suspeito, os parentes procuravam Maria Clara, que estava desaparecida, ela saiu de casa para brincar com um amigo na casa do vizinho segundo seu padrasto.

Começaram as buscas ligando para os vizinhos, chamaram a polícia e até aquele momento não suspeitaram de nada, mas quando o padrasto de Maria Clara desapareceu, acendeu um aviso, todos começaram a suspeitar de sua atitude.

O padrasto disse que a menina foi na casa do vizinho, mas quando a procuraram os vizinho não tinha filhos, logo após o depoimento ele sumiu, a mãe de Maria Clara disse que estava com medo e sabe, que algo havia acontecido.

Eles continuaram a procurar a menina, vizinhos, parentes e a mãe de Maria Clara procuraram a criança, postaram nas redes sociais sobre o desaparecimento da menina e infelizmente na última sexta-feira foi encontrado o corpo e encontrado o suspeito, Cássio Martins Camilo confessou o crime.

Adriano Rocha, assistente de reportagem da equipe de jornal, foi atacado por um grupo de pessoas enquanto registrava as buscas por Maria Clara. A menina de 5 anos estava desaparecida e foi encontrada morta em um arbusto. O padrasto da menina confessou que abusou sexualmente e matou sua enteada. Na tentativa de impedir a equipe de repórteres de exercer sua função de jornalista, os populares, ligado ao assassino, avançou sobre Adriano.