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Presos estão sendo “comidos vivos” por bactéria desconhecida

Caso aconteceu em Boa Vista (RR) e 24 detentos foram levados ao hospital

Uma doença até o momento não tinha sido diagnosticada, que também era originária de uma bactéria que igualmente era também desconhecida na época, estava praticamente deformando o corpo de alguns detentos da Penitenciária de Boa Vista (PAMC) no ano de 2020. Tratava-se, de um germe poderosíssimo que estava praticamente comendo a pele viva dos internos, deixando algumas partes do corpo em decomposição, O fato aconteceu em 2020.

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Especulava-se na época que essa doença tenha uma origem na grande concentração de sarna, sífilis e também bicho geográfico, que está causando grandes feridas principalmente nas mãos e pernas dos detentos infectados. É tão grave, que até o momento dizem ser sem cura, e já levou para o Hospital Geral de Roraima cerca de 24 detentos, a maioria deles estão em estado grave.

Segundo os primeiros relatos do caso, os detentos teriam ficado doentes no início do mês, após supostamente consumirem a água do presídio. Em uma visita ao Hospital Geral de Roraima (HGR), o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no estado de Roraima (OAB-RR), Hélio Abozaglo, contou que a atual situação é muito grave e que precisa de medidas urgentes. “Alguns não conseguem andar, outros estão com bactérias nos pés que estão corroendo a pele. Apesar de estarem medicados, notamos que o caso é muito sério”, destacou.

Segundo as informações da Secretaria de Justiça e Cidadania de Roraima (Sejuc), os detentos que foram contaminados estão isolados e um protocolo de emergência foi aberto junto a Secretaria de Saúde do estado para conseguir atender ao caso o mais rápido possível.
Segundo as informações do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional de Roraima (OAB-RR), Ednaldo Vidal, a chance de que a doença possa contaminar muitos outros presos, os agentes penitenciários e os demais funcionários da cadeia é grande e medidas precisam ser tomadas urgentemente.
Por meio de uma postagem do Twitter, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos disse que já tem total conhecimento da situação e disse que está acompanhando o andamento do caso. “Vamos acompanhar e fazer o possível para que as autoridade olhem com mais atenção (para os presos). Se o HGR não tem condições de detectar que tipo de enfermidade está atacando essas pessoas, que o material seja enviado para fora para fazer os exames e possa se tomar as providências corretas;, declarou.

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