Tio mantém criança de 2 anos presa em coleira de cachorro, e afirma “Menino arteiro? Ponho na corda”

A violência tem se agravado a cada dia, com essa pandemia o aumento de casos de violência doméstica tem se agravado mais ainda. Dessa vez a polícia recebeu uma denúncia de que uma criança estava presa em uma coleira de cachorro e que o autor desse crime seria o tio da criança.

A denúncia teria sido feita por uma sobrinha do autor, que disse a polícia que tinha vídeos que comprovava a violência contra a criança de 2 anos. A sobrinha diz ainda que gravou o vídeo para que conseguisse mais rápido uma medida protetiva contra o tio.

+  Menina de 7 anos fica traumatizada por ter cabelo cortado à força por professora

No vídeo a criança aparece deitada em um colchão e amarrado a uma coleira, segundo as informações obtidas pela Polícia o tio fazia isso como uma forma de castigar o sobrinho, o tio diz que o menino e muito arteiro e por isso merecia o castigo.

A sobrinha que fez a denuncia ainda conta a policia que o tio quando soube que ela estava gravando começou a ameaçar e até agrediu ela com objetos e a xingou, segundo ela, o tio teria a ameaçado até mesmo com um facão. 

+  Wanessa Camargo ampara a avó no velório de Seu Francisco e cena comove a todos

Após a denuncia da jovem a polícia começou uma cassada pelo agressor, após buscas serem feitas na região o acusado foi encontrado e teria sido preso pela Polícia Militar. O caso aconteceu no Mato Grosso do Sul e chocou a população da região.

O relato da sobrinha impressionou até mesmo os policiais que foram acompanhar a ocorrência, pela frieza com a qual o acusado falava, relatava que amarrava a criança porque a criança era muito arteira e que fazia isso para castigar a criança e ensinar.

+  Vídeo mostra segurança do Carrefour sendo agredido primeiro

A sobrinha relatou que era obrigada a conviver em um local onde era extremamente xingada e humilhada, o acusado já tem passagem pela polícia por tráfico de drogas.

Iremos aguardar o desfecho dessa triste história e que a justiça seja feita.


PRÓXIMO ARTIGO →

Deixe um comentário