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Vídeo: Enfermeira de plantão é chamada para atender jovem bal£ado e se depara com o filho ‘vídeo é de partir o coração’

A violência no Brasil está cada vez maior, principalmente quando envolve jovens de periferia

A violência no Brasil está cada vez maior, principalmente quando envolve jovens de periferia. O que você vai ler a seguir, nenhuma mãe deseja passar. O caso chocante e triste aconteceu em fevereiro deste ano, na cidade de Santa Rita, município localizado no interior do estado da Paraíba.

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Uma enfermeira que trabalha no Hospital e Maternidade Gov. Flávio Ribeiro Coutinho, estava em um dia de plantão no hospital que trabalha, quando foi informada que um jovem deu entrada no setor de emergência após sofrer tiro de arma de fogo. A profissional foi lá conferir o que havia acontecido.

Ao chegar no local, a mulher não imaginava que iria presenciar: seu filho sangrando após sofrer um tipo. Quando a enfermeira chegou no setor de emergência,  a mulher chamada Elisandra logo reconheceu que o jovem ferido era seu amado filho. O pior ainda viria a acontecer: ele morreria logo em seguida devido a gravidade dos ferimentos, ao lado da mãe, que não acreditava que aquilo estava realmente acontecendo.

Não só a mãe, como todos os funcionários da unidade de saúde ficaram tristes e lamentaram o ocorrido. Além dos profissionais, os moradores da cidade não conseguiram conter a emoção, já que a notícia se espanhol rapidamente. O hospital emitiu uma nota oficial lamentando:

“É com grande consternação que nós que fazemos parte do Hospital e Maternidade Gov. Flávio Ribeiro Coutinho lamentamos o falecimento de Gabriel Olímpio, filho, irmão e neto de colaboradores de nossa instituição, em especial Elisandra, mãe”, diz a publicação.

Segundo informações da polícia, o alvo dos tiros não era o jovem, chamado Gabriel Olímpio. Ele estava no local errado e na hora errada, quando os criminosos foram alvejar outra pessoa. Em entrevista a um jornal local, a mãe apareceu muito abalada e chorando muito. “Você escutar um grito dizendo ‘Sandrinha, corre que chegou um baleado’. Quando eu fui olhar, eu me deparei com meu filho. Eu olhei e disse: Deus, me dê força. Peguei ele e pedi para prepararem o material e chamar o doutor. Eu não desejo isso para ninguém”, disse ela.

De acordo com dados no Conselho Nacional de Justiça, a maioria dos adolescentes comete o primeiro crime entre os 15 e os 17 anos de idade. Além disso, 9% iniciam ainda na infância, entre os 7 e os 11 anos. Quase 60% dos menores criminosos não estudavam na época que cometeram o primeiro crime.