Yuri Marçal recusa participar de propaganda do Carrefour e manda diretoria da rede tomar no c*


O humorista Yuri Marçal recebeu um convite para fazer uma propaganda da rede de hipermercados Carrefour, de acordo com o humorista a diretoria do hipermercado queria que ele participasse de uma propaganda onde o Carrefour iria divulgar uma nota de esclarecimento sobre a morte de João Alberto Fritas.


A recusa do humorista se deu por questões pessoais e por não concordar com o que houve na rede de hipermercados. O humorista revelou por meio de suas redes sociais que foi a primeira vez em sua vida que ele foi extremamente mal educado para com um cliente dele e mando a diretoria tomar no c*.

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Inicialmente o convite seria para o lançamento de um app da rede de hipermercados, mas no entanto devido os acontecimentos recentes e a execução de Beto Freitas dentro da uma unidade na cidade de Porto Alegre o Carrefour queria um ator negro para esclarecer o acontecimento.

De acordo com a assessoria de assessoria de imprensa do Carrefour, já havia um diálogo antes do “incidente” em Porto Alegre para que o ator fizesse parte da campanha de fim de ano do lançamento do app do hipermercado, mas no entanto a agência de publicidade do Carrefour teve de mudar de planos devido os últimos acontecimentos.

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Ao que parece as coisas não vão muito bem para a rede de hipermercado que deve fechar o ano de 2020 com um enorme prejuízo após a execução de Beto Freitas por dois homens brancos dentro do hipermercado. A agência de publicidade tem enfrentado dificuldades para achar atores que aceitem participar de propagandas de fim de ano da rede de hipermercado.

Enquanto isso as manifestações pelo Brasil continuam e em especial em Porto Alegre tem obrigado o Carrefour fechar suas portas mais cedo. Em contra partida defensores da não existência do racismo no Brasil propagam Fake News até mesmo afirmando que o Carrefour fechou a unidade de Porto Alegre demitido todos os funcionários, o que é uma mentira.

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As lojas continuam funcionado mesmo em dias de manifestações em frente as unidades, porém reduzem a carga horária em dias que há manifestações. O Carrefour já comunicou que vai doar dois dias de seus lucros para um fundo de combate ao racismo.


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